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Amigas estou em falta, ontem (27/08) meus sobrinhos e afilhados fizeram quatro anos, João Vitor (nosso afilhado) e Vitor Hugo, tenho que ser sincera não sei quem é quem na foto vou ter que enviar e perguntar a minha irmã. Que Deus os abençoe e que a Legião de Anjos os guie sempre.
Amigas tenham um excelente início de semana!!!
Marcia Fracasso | 22:08 |

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Sexta-feira, Agosto 26, 2005
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Bom dia amigas.......
Aqui, hoje temos o Diaconato do Raphael, neto de uma grande amiga de nossa igreja, em março do ano que vem ele será o nosso mais novo sacerdote, e nós somos uns dos padrinhos........
Que Deus continue a conduzí-lo ao Sacerdócio........
Marcia Fracasso | 09:49 |

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Quinta-feira, Agosto 25, 2005
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Boa tarde pessoal, depois de um dia (ontem) péssimo, estava mal do estômago (passei o dia deitada), hoje já estou melhor e com vontade de vir aqui. Meu marido disse que se nem no computador eu queria vir, é porque eu realmente estava mal (risos), mas é isso.
Hoje aqui na cidade, a nossa Cadetral de São Pedro, faz 250 anos, é o templo religioso mais antigo do estado do Rio Grande do Sul. Vocês podem conferir a matéria no site do jornal de "nossa" cidade: www.jornalagora.com.br , selecione à esquerda "Geral" ,e selecione outra vez "Templo mais antigo do Estado completa 250 anos".
Desde 1938, a Catedral de São Pedro é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), construída em estilo barroco colonial português e inaugurada em 25 de agosto de 1755. Na Cadetral foi batizado o patrono da Marinha do Brasil, Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré.

Marcia Fracasso | 14:04 |

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Quinta-feira, Agosto 18, 2005
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Estripulia astral
Agarrei-te pelo rabo, cometa!
Pendurei-me em tua faceta...
Vamos, criança!
Arrasta-me em luminosa brincadeira...
Faremos do céu uma ladeira:
deslizaremos no tobogã celestial,
lá, na vizinhança do alto astral.
Os astros, quedarão surpresos
com nossa rumorosa alegria.
Ora, quem diria!
No palco, noturno,
antes soturno,
desempenharei meu melhor papel,
-perfeita, como se de Plutão fosse o anel-
serei tua estrela-guia.
A energia expandida de mim,
em lindo tom carmim,
lumiará o buraco negro,
que em seu desterro,
carente, ofertará colo,
(transfigurado e reluzente)
e nele, sem solo,
nosso navegar meteórico
será mergulho eufórico!
Vamos...arrasta-me
Reinventaremos a via,
em tamanha orgia,
que não mais será Láctea,
transfigurar-se-á em Rósea,
para seu deslumbre e contentamento.
O pó, névoa inútil,terá uso fútil:
empoará seu semblante
em desconcertante embelezamento.
Quando por fim,
reclamares a mim, tua fadiga,
de tanta estripulia no firmamento,
ouvirás meu riso, como a dizer-te:
Já???
Anima-te!
A noite... é ainda uma criança!
(texto da Rose Oliveira)

Marcia Fracasso | 09:23 |

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Terça-feira, Agosto 16, 2005
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E-Mãe......
Sentada no pátio da escola dos filhos, olhava impaciente para o relógio, aguardando tocar o sinal de saída.
Com tanto por fazer...
Quando ligasse o micro, teria "trocentos" e-mails na caixa.
Tocou a sirene, seu caçula chegou correndo, suado, sorriso largo no rosto.
Sentou no seu colo.
Faltava o mais velho.
Ao seu lado, duas outras mães trocavam impressões:
'Sou daquelas que mantêm a rédea curta. Se deixar, esses meninos tomam conta da gente. É p'ra fazer o que querem, senão... '
Disse a gordinha, sentada no meio.
A mãe sentada na ponta do banco, respondeu:
' E eu não sei? A minha queria uma calça nova, para uma festinha na casa de não sei quem. Tem um "monte" no guarda-roupa. Mas cismou que estão "fuçadas". Levei pra comprar uma nova, arrochando o orçamento, e adivinhe...ficou emburrada porque só queria de grift famosa.
Não basta ser nova. tem que ter grift! Cada uma, viu?'
'E você? É como?'
Ajeitando-se no banco, ainda impaciente, olhou o relógio, e só então se deu conta que falavam com ela.
Sorriu encabulada, e antes que pudesse responder, seu caçula, rindo, falou:
' E-mãe.'
As outras olharam-no boquiabertas.
'Como?'
'E-mãe. Mamãe trabalha tanto tempo no micro... quase não sai da frente dele. Meu tio só consegue falar com ela se mandar e-mail. Papai um dia ficou uma fera: ligava e dava ocupado. Mandou um e-mail dizendo assim: -Desliga o fone! Preciso falar com você!- num foi mãe? O fone fica ocupado, na conexão. Acho que ela é-mãe.'
As mulheres olharam-no risonhas, abanaram a cabeça com ar de troça, e levantaram.
Chocada, recebeu a mochila do mais velho que finalmente chegara, enquanto dirigia-se ao carro, no estacionamento.
Olhou para seus filhos, como se os visse pela primeira vez.
E-mãe! Deus...seria verdade?
Estaria tão ausente assim?
Realmente, preferia ficar no chat das listas, com amigos, que torrar na praia, naquele calorão, soltando pipa, jogando bola, peteca e tudo que quicasse. Arre.
Verdade seja dita, nunca mais fora ao cinema com eles, como antes fazia, em verdadeiras orgias de pipoca, pizza, doces e refrigerantes.
Minha nossa! Também já não participava das festinhas chatas de seus amiguinhos.
Pudera, festa de criança, é um "saco". Tinha mais o que fazer.
Nada mais de "ver" games, locar filmes poke-horrorosos, boliche (onde dava vexame, já que a maldita bola, pesada, não lhe obedecia nunca!)
Caramba...percebeu que até quando tentavam conversar, mal ouvia. Pudera, era uma só! Como ouvir com o olho no monitor e os fones no ouvido?
Mas a sensação de choque não passava.
Sentia que seu caçula viu, o que nem ela vira: se distanciara.
Brecou o carro, pegou o retorno e dirigiu-se a orla.
'Ué mãe...vamos a praia?' Estranharam.
'Vamos sim.'
Estacionou, enquanto os dois sapecas desciam dando gritinhos de prazer.
Compraram água de coco, andaram na orla, correram pra lá e pra cá.
Vendo-os assim, estimulados e felizes, pensou no que estava fazendo.
Começou a mudar ali.
Será? Seria?
Sorriu despreocupada. Não estava afim de analisar nada.
Na tentativa de compensar, passou o dia em torno deles, obsequiosa.
Maldito sentimento de culpa. Afinal o que fazia de errado?
Nada. Usava o seu direito de ocupar-se no que gostava.
E seguiu nesse monólogo íntimo até recolher-se para dormir.
...no dia seguinte...
Uma pequena recaída, justificava, enquanto abria o Outlook.
Ansiava por ver seus e-mails.
Devia saber que nada muda assim, da noite para o dia.
E lentamente foi sendo engolfada na rotina de sempre:
triar, responder, enviar, scannear, editar, enquanto falava com fulana e sicrana pelos comunicadores de mensagens instantâneas. Tinha um único diferencial: continuava chocada. Incomodada.
Seus amigos riram quando narrou o fato.
'E- o quê???? (rindo muito) e-mãe????? Essa é nova, amiga!'
Fizeram gozações com isso o dia inteiro. Dia que escoou, sem que se desse conta.
Na madrugada, tentando conciliar o sono, foi forçada a admitir:
não seria fácil abandonar a rede, os amigos (tão queridos), os afazeres que lhe davam tanto prazer.Era responsável pelos amigos que reunira e conquistara, pelo trabalho que assumira.
Teria que achar o ponto de equilíbrio entre sua vida real e a virtual;podar os excessos, sem traumas, dramas ou dores.
Era importante que seus filhos soubessem o quanto eram amados, que estaria presente, sempre,como aliada, parceira, confidente.
Afinal, antes de qualquer outra coisa, era mãe.
Riu silenciosamente. Aliás, era e-mãe.
Refaria sua rotina.
Ainda sorrindo, adormeceu.
(texto de Rose Oliveira)

Marcia Fracasso | 14:24 |

Boa noite.....
Hoje é dia dos dos Pais...... desejo tudo de bom para o meu marido que é um excelente Pai pra nossa filha Rafaella, mas pra que viu o Pai partir num dia dos Pais, esta festa perde um pouco do seu brilho...... pois é meu Paizinho foi pra morada eterna em 8 de agosto de 1999, num domingo em que naquele ano era comemorado o dia Pais.....chovia muito no bairro de Botafogo no RJ, e aquela mesma chuva levou o meu coração, levou também meu porto seguro, levou meu Paizinho que sempre quando eu chegava de viagem estava a me esperar e quando íamos retornar pra Rio Grande ele também estava lá para se despedir.....no dia em que me conduziu ao altar eu me segurei no braço dele e dizia que estava nervosa e ele me falava para ficar calma porque ele estava ali comigo, em todos os momentos ele estava com a gente, não morávamos no mesmo lar, mas ele nos via todos os dias , nos falávamos ao telefone a toda hora, reservava uma parte do horário de almoço dele para ir ver a neta, meu Deus.......o Senhor o levou tão cedo......até hoje quando chego de férias no RJ, sinto a falta do meu Paizinho...... Pai, sei que o senhor agora está contemplanto a Santa Face de Deus, continue a rezar por nós, rezo aqu pelo senhor e jamais vou me esquecer o quanto o senhor nos amou e quanto nós o amamos, o senhor e minha Mãe não se acertaram ,a no final de sua vida aqui, o senhor pediu perdão a ela, ela te respondeu: "a distância separa dois seres, mas não dois corações!" . Pai nós te amos da mesma forma e hoje sentimos saudades físicas pois sabemos que o senhor está sempre cuidando de todos nós.....até breve.......... tua filha Marcia..............
Marcia Fracasso | 23:54 |

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Quarta-feira, Agosto 10, 2005
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Quase!
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)
Retirei o texto do blog:http://smareis.blog.uol.com.br

Marcia Fracasso | 09:21 |

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Terça-feira, Agosto 02, 2005
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Pessoal, meu marido está bem....Obrigada a todas as amigas pelas orações.....
Amigas gostaria de divulgar este site:
Amigas visitando o blog da Smareis "copiei"este texto.....
Nosso lado de dentro...
Muita gente conhece nosso lado de fora,
o lado que é visto quando trabalhamos,
ou simplesmente no correr de cada dia ...
Mas há um outro lado nosso - um lado de dentro
- que nunca ninguém vê.
É uma parte nossa cheia de pensamentos,
que abraça o amor e o valor da amizade;
uma parte compreensiva que não precisa ver rostos,
que tem dúvidas, desejos e faz preces ...
Nosso lado de dentro tem muitas variações
que o lado de fora nunca mostra.
Há um momento em nossa vida
em que precisamos confiar abertamente em alguém,
e com esse alguém nos importarmos
de forma mais compreensiva.
É bom deixarmos que alguém nos conheça por dentro,
que sinta como vivemos emocionalmente,
da forma natural que nos viam quando crianças,
que saiba dos nossos mais profundos anseios
- aqueles que nunca deixamos que outros soubessem -
Você pode ser a pessoa que saberá quem sou ,
sem máscaras, tremendo como um pássaro ferido,
a quem poderei confiar os meus segredos,
e de quem saberei guardar as confissões.
Essa troca tão aberta e tão sincera,
talvez nós jamais tenhamos conhecido
num mundo que chamamos de real,
porque não nos mostramos totalmente.
Desconheço o Autor!
Retirei do blog : http://smareis.blog.uol.com.br/

Marcia Fracasso | 21:52 |

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